Análise – New play control Pikmin

Maio 17, 2009

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Sem sombra de dúvidas, Pikmin foi uma das franquias mais criativas que a Nintendo inventou, enquanto trabalhava com o Gamecube. Além de extasiar o publico japonês, foi um sucesso com a crítica especializada, ganhando 9.1 de 10 do site IGN. Usar um exército de criaturas para explorar um planeta hostil e usar suas habilidades específicas para cada situação, já não era uma grande novidade desde 2001, no lançamento do jogo. Mas ao longo deste review você irá conhecer e entender, o porquê de tal sucesso e destaque dentre os títulos de estratégia em tempo real, e por que é um grande bônus tê-lo com controles de Wii.

Má sorte é pouco:

Enquanto Olimar tirava um descanso viajando com sua nave pelo espaço, um imprevisto acidente acontece com sua querida Dolphin, a nave descontrolada, entra na atmosfera de certo planeta, para se espatifar em uma grande floresta. Olimar, depois de retornar a sua consciência, se dá conta do infortúnio: Sua nave está em pedaços, e os mesmos estão espalhados na atmosfera daquele planeta desconhecido e só lhe resta oxigênio para 30 dias, sendo que o gás atmosférico do planeta é tóxico. Depois de tanta desventura, é hora da sorte mudar um pouco, certo? Então aparecem as simpáticas (estranhas) criaturas, que são batizadas pelo próprio Olimar como “Pikmin”.

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Para todos os niveis de jogadores:

A mecânica do jogo é apresentada de forma tão simples, que qualquer pessoa pode aprender a jogar, pois o jogo começa a um nível bem fácil e assim gradativamente vai ficando mais difícil. Mesmo se tratando de um jogo de estratégia, gênero que muitos consideram difícil. As “cebolas” são responsáveis por gerar os Pikmin, e você pode criar mais criaturas ordenando-as que carreguem as “pastilhas” ou monstros para as cebolas. É importante no final de cada dia, levar todos os Pikmin de volta para suas casas (as tais cebolas), pois os monstros no final do dia atacam sem dó e piedade e você não vai querer perder as criaturinhas. Depois que você entende as habilidades especiais de cada Pikmin, fica tudo mais simples ainda. São apenas três cores: Os vermelhos não podem ser incinerados e são fortes. Os azuis são parecidos com anfíbios, e podem entrar na água e sobrevivem na terra também. E os amarelos são especialistas em explosões usando bombas. A meta é coletar todas as peças entre os 30 dias de jogo (que duram em média 15 minutos) senão nosso amigo ficará sem oxigênio, e não preciso nem dizer o que acontecerá depois.

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Mais liberdade:

A principal mudança do jogo de 2001, para o atual pikmin, fica por conta dos controles. Agora, usando o pointer. Você indica os objetos e inimigos apontando para a tela, para que os Pikmin atuem. Fica muito mais pratico, já que você usa o analógico unicamente para guiar Olimar livremente. Os outros comandos são feitos através dos botões, nada de sensor de movimento. O que dá a entender que a Nintendo não quis forçar a barra, e colocar o sensor para funcionar em um jogo que não foi projetado parar usar tal função e que talvez não combinasse. Além dos controles, este jogo ganha uma roupagem levemente mais bonita no Wii, já que roda em 16:9 Widescreen. Apesar de não mudar totalmente, não significa que as mudanças gráficas não dão resultado. As texturas e cores ficaram mais vivas e com a definição melhor. (talvez só notada usando um cabo vídeo-componente). A trilha sonora, apesar de não ter mudado em absolutamente nada, continua marcante como antes, Os sons de floresta e as músicas que combinam com cada situação e ambiente continuam a acrescentar na jogatina.

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Erros e acertos:

Pikmin é um Port luxuoso, pois consegue melhorar a Jogabilidade, seu forte quesito, e ainda mostrar vida depois de tantos anos. Usar o sensor não faz tanta falta neste jogo, pois talvez fosse forçar demais o uso. Mas há algumas coisas que poderiam ser diferentes: Como o limite de 30 dias para terminar o game, depois de jogar a seqüência para gamecube, vimos como era mais divertido explorar sem se preocupar com o tempo, não queríamos que esta limitação voltasse. Tudo bem que faz parte da historia, mas uma alteração dessas ninguém reclamaria. O modo multiplayer da seqüência, poderia ter sido incluído nessa versão também. Graficamente, poderia ter sido totalmente refeito também, já que era um dos primeiros jogos de gamecube, seria muito legal, vê-lo totalmente refeito para o wii. Novos níveis seriam bem vindos também. Para quem não jogou Pikmin antes, esta é a grande oportunidade. Para quem jogou e terminou fica o aviso de que nada além dos controles e uma básica mudança gráfica foi feita, mas que continua um ótimo titulo até hoje.

NOTA:  9.0

Continua a viciar, usar o pointer é muito melhor, a box tem duas capas para escolher qual lado usar!

Faltaram mais mudanças e poderiam ter incluído um modo on-line multiplayer.

Texto escrito por:  Brainer A. dos Anjos

Imagens:  IGN.com


Análise – Nintendo DS – N+

Agosto 29, 2008

N+. Tão simples quanto o nome, é o gameplay. Você começa sem ao menos um contexto. Nada de história ou lengalenga, você é um ninja e o objetivo é você passar por todos os obstáculos das fases, coletando moedas douradas, e no final abrirem a porta e escapar. Pode parecer simplório demais em uma geração em que gráficos extraordinários e multiplayer online são quesitos muito apreciados pelos gamers, mas acredite, o fator que mais impressiona é exatamente a simplicidade. Este é mais um daqueles jogos que provam que algo simples aliado à criatividade ainda conseguem divertir nos videogames.

Confesso que senti certo preconceito em relação ao game antes de pega-lo pra jogar, até porque eu não tinha jogado nenhum dos predecessores, Mas quando comecei a jogar já gostei. Achei os movimentos do Ninja bem legais, e muito intuitivos, usa-se o direcional + um botão apenas, e de acordo com o avanço das fases, claro, vai ficando mais difícil. E como este é um jogo de puzzle, alguns movimentos devem ser previamente pensados, pois o formato das fases não é apenas de enfeite, para completar as fases pegando todo o ‘Money’ você deve usá-lo ao seu favor. Uma adição legal á versão de DS, é uma espécie de mapa na tela de cima em que mostra toda a fase, e um Zoom no personagem na tela debaixo, facilita bastante para você achar o melhor caminho a seguir.

Há ainda um modo multiplayer local muito divertido, (mas dificílimo!) cooperativo ou competitivo, e um modo de construção de fases em que você poderá compartilhar e baixar estágios criados por outros jogadores de forma online.

Enfim um jogo que pode divertir a todos, principalmente aos hardcores, e aos que curtem jogos old-school. Viciante, simples e sem compromisso.

Nota: 9.5

200 estágios são ótimos, mas nós queríamos mais!


Boom blox wii

Julho 12, 2008

A mecânica básica se resume em atirar uma bola (baisebol,borracha,boliche) para derrubar a montanha de pecinhas. Isoladamente, isso já garante diversão extrema.
Observar aquele monte de retângulos e quadrados caindo, está entre as melhores experiências vistas no wii.
As físicas da brincadeira dão um banho em muito jogo pseudo-realista. A força do impacto, a tragetória da bola e o equilíbrio das peças são calculados em tempo real de forma magistral e impressionante. Por mais simples que seja, você não cansa de testar as diversas possibilidades que nunca se esgotam.

Conforme você avança, as fases ganham complexidade e começam a surgir novos items, que mudam a maneira de jogar. Como blocos explosivos posicionados estrategicamente, retângulos (que somem e desequilibram os que estão em cima) e muito mais. Uma pena que um jogo como este tenha um modo historia com fases tão bobinhas.

nota:9,5

prós: Diversao absurda.

contra: modo historia bobo.

por: Caio F.Dias.


Review Ninja Gaiden II

Junho 29, 2008
Ninja gaiden II Um dos games mais aguardados do ano chega ao xbox 360 ainda mais sangrento, rápido e alucinante. O título mostra que a espera valeu a pena,dessa vez o black spider ninja clã tenta dominar o mundo em posse de um artefato que têm o poder de abrir os portões do inferno, essa é a premissa para a ação do game que se passa em varias localidades desde a uma tokyo futurista a uma fortaleza aérea, mostrando um trabalho de arte fantástico de encher os olhos Ninja gaiden II concerteza é um dos títulos de melhor visual do xbox 360 o game é rico em detalhes mostrando texturas em alta definição e um belíssimo designer dos personagens.

 

A trilha sonora combina perfeirtamente com os ambientes do game utilizando diversos efeitos para cada tipo de situação, um trabalho fantástico misturando rock com melodias japonesas. O game apresenta algumas mudanças na jogabilidade em relação ao seu predecessor que ajudam bastante na hora da matança, por exemplo agora com um simples toque no botão direcional Ryu pode trocar suas armas e magias, o que facilita muito nas batalhas principalmente quando você se encontra em meio a corja de inimigos que se antes possuiam uma inteligência artificial fora do comum agora estão ainda piores.

 

Em Ninja Gaiden não há como escapar dos inimigos ou você cai na pancadaria ou será dilacerado pelo inimigo, é por falar em dilacerar, uma das principais mudanças na jogabilidade que além de ajudar bastante nas lutas e faz com que seu inimigo termine totalmente desmenbrado é  um sistema onde basta um simples toque no botão y para se deparar com uma cena sangrenta onde braços, pernas e cabeças dos inimigos são arrancados como se fossem papel, o resultado disso é uma cena chocante e avassaladora, os ataques mudam dependendo da arma utilizada por Ryu.

 

Ao longo da aventura Ryu vai aumentando seu arsenal com espadas, lâminas, garras, facas e foices podendo também aumentar o level de suas armas. As magias ninpo também ajudam  Ryu a dar cabo dos inimigos no decorrer dos 14 capitulos  do game.

Infelizmente o jogo sofre com a ausência de puzzles mas nada que tire o brilho do titulo pois o jogos é bastante divertido,  aqui o negócio e cair na porrada.

 

Ninja gaidem II é um game imperdível não só para os fãs da série mas também para aqueles que ainda não tiveram a chance de jogar o game em outras plataformas apesar da dificuldade um tanto irritante que pode pegar os menos desavisados de surpresa  vale a pena dar uma conferida

 

Nota : 9,0

 

Prós : Gráficos perfeitos, Jogabilidade insana.

 

Contra: dificuldade extrema.


Análise – Mario Kart Wii

Junho 24, 2008

A única coisa que me decepciona em pegar novos jogos, é ter que parar de jogar, para vim fazer uma análise. Não que fazer a análise seja cansativa, ou chata, é que eu preferia mesmo continuar lá jogando mesmo. Mas vamos ao que interessa!

Mario Kart Wii, reúne tudo que fez sucesso das versões anteriores, e melhora muitas coisas que fizeram as mesmas versões serem criticadas, o modo online acrescenta de forma positiva na jogatina, de tal forma, que as partidas solitárias se tornam um tédio. Mas contudo é o mesmo jogo de sempre.

As novidades

A novidade mais obvia é que os jogadores podem correr com motocicletas e karts. E não apenas Karts, como nos antecessores. A diferença básica entre esses tipos de veículos é que com Karts, você pode fazer um Super mini-turbo, e as Bikes apesar de fazerem apenas mini-turbos, você pode fazer um ‘Wheelie‘ apenas movendo o wii remote para cima, e aumentar a sua velocidade a qualquer hora.

Além disso, os controles mudaram QUASE totalmente. É possível jogar com todos os controles para Wii. Wii remote, Wiimote+nunchuk, classic e gamecube. Mas de longe a experiência mais agradável, é jogar apenas com o Wiimote, principalmente adaptado ao acessório Wii Wheel, o volante que acompanha o pacote. Pois este aumenta de forma significativa a experiência de jogo. E fazer os movimentos para virar o veículo logo se tornam algo eficiente e fácil.

Temos também os novos itens, em um total de 15 itens, temos 3 novos. O mega mushroom transforma quem o usa em um gigante capaz de passar por cima de todos os outros corredores, O POW Block provoca um tremor de terra e fazem todos os corredores rodarem literalmente na pista, e enquanto isso o Lightning Cloud fica sobrevoando sua cabeça e quando o tempo de espera termina ele te dá uma descarga elétrica. Espera! Um item que ataca o próprio jogador que o usa? Bom, sim e não. Se antes da contagem terminar você bater em um oponente o item passa a sobrevoar a cabeça do mesmo e assim ele pode passar pra outros oponentes também e tornar a brincadeira uma desgraça total para quem recebe-lo por ultimo.

Antes de começar a corrida, agora também é possível escolher se você deseja que a derrapada [Drift] seja manual, ou automática. Já que os Drifts se tornaram equilibrados para a felicidade daqueles que odiavam os chamados “Snakers“, mas é importante lembrar que o mini-turbo não está disponível para o automático.

O modo Vs. Também ganhou novidades. Você pode entre Solo Race, e Team Race. O solo race é o mesmo modo Grand Prix nos antecessores. Você e (até) mais 3 pessoas correm contra os 8 CPUs. Ah sim, esta é outra coisa bem vinda em MK Wii, são 12 corredores por pista. E não mais 8 como antes. O que torna tudo muito mais disputado e bagunçado também. E por falar em pistas, elas estão lotadas de rampas para manobras, você executa essas tais manobras movendo o Wii remote para cima ou para a esquerda, ou para a direita. Cada um dos movimentos dá uma ação diferente, apesar de que a culminância das ações dão o mesmo resultado: um aumento temporário significativo na velocidade.

Em time que está ganhando não se mexe.

Apesar do sucesso de Mario kart DS, a Nintendo achou sim, necessário fazer algumas mudanças em MK. Nada mais justo, já que o Wii merecia algo realmente novo. Porém, a formula básica continua.

No modo single player, há 4 modos de jogo. São eles: Grand Prix, Time Trial, VS e Battle. Antes de começar a partida, as Classes 50cc, 100cc e 150cc estarão jogáveis logo de inicio, e a diferença agora é que cada uma delas tem uma certa restrição aos veículos de inicio. Na 50cc você escolhe apenas entre Karts, em 100cc poderá apenas jogar com Bikes, enquanto em 150cc todos os dois tipos de veículos são optáveis. As Copas ainda trazem as pistas Retro, acrescentando pistas dos antecessores DS, N64, GBA e NGC. Um ótimo atrativo para quem já conhecia e dominava essas pistas. Achei realmente uma pena que a melhora gráfica das pistas RETRO tenha sido pouco significativas. Há uma diferença notável para as pistas feitas exclusivamente para o Wii. Os modelos de personagem também deixam a desejar. Em níveis comparativos, eles não são melhores que os modelos feitos para Gamecube. Porém sabemos que MK nunca foi um jogo com atrativos gráficos. A Nintendo deu uma melhorada com efeitos de Bloom light e Blur nas pistas, suporte Widescreen (16:9) e 480p. Deixando tudo com uma carinha nova, mas nada que surpreenda muito.

As músicas continuam a ter o seu valor nas partidas. O dolby Pro logic II cumpre seu papel, até mesmo nas pistas antigas, Um frio passa pelo estômago ainda cada vez que você passa pela penúltima volta e a música automaticamente se torna acelerada pra te deixar mais nervoso, e cada pista tem seu tema musical, nada de repetir as cantigas para vários estágios como aconteceu no NGC. Efeitos sonoros continuam irritando propositalmente os jogadores (Sim, o barulho dos Spiny Shell chegando quando você está na ultima volta em primeiro lugar, é de fazer arrancar os cabelos!), e tornando o jogo uma bagunça total.

Nintendo WFC


Um dos atrativos principais do game é seu modo online. Garanto que nunca tive uma experiência tão boa em um Mario kart online (Os Chats do DS me faziam perder a paciência) e muito menos em um jogo online para Wii. Estaria a Nintendo aprendendo? Espero que sim. Até o sistema de friend-codes (Que eu particularmente detesto) ficou melhor. Se seu amigo já está adicionado ao seu Mensage board você entra no MK channel, e manda-lhe uma mensagem, esta por sua vez chegará ao Wii de seu amigo, e basta ele clicar em Start na mensagem que vocês serão adicionados automaticamente no MKWii.

Nem mesmo ‘Smash Bros’ que ficou, anos sendo produzido, conseguiu ter a fluência online que Mario kart Wii tem. Jogando com amigos ou Qualquer pessoa pelo globo. Me surpreendi muito ao ver que quando o modo Worldwide ou regional era acionado, não demorava em nada para que todos os jogadores fossem encontrados. 12 jogadores, nenhum ‘lag‘, nem chats, e pura diversão. É uma experiência renovadora e acrescenta em muito o valor de Replay que o jogo tem.

Além de tudo, a própria Nintendo faz campeonatos Online para instigar a sede por vitória dos jogadores, e um sistema simples de pontuação faz os jogadores se manterem jogando sempre.

TV Mario Kart

Além de tudo que o jogo proporciona, é possível instalar um Canal MK no seu wii. Dessa forma você pode acessar (não jogar) as informações da sua Licença online, sem que o jogo precise ser inserido no Wii. Você pode enviar e receber os ‘Ghosts‘ (seu próprio record em uma pista para que os outros jogadores tentem bate-lo), pode ver o Hanking Mundial ou regional, enviar seu code para seus amigos e atualizar o canal com informações, além de ver também informações sobre os tais torneios oficiais Online.

Desta forma, Mario Kart Wii se torna uma das melhores versões já lançadas, acrescentando a experiência online mais fluida do Wii, e um valor de Replay muito alto, compensa em muito sua grana.

Nota: 9.5

Prós:

modo online realmente bem feito, e as novidades muito bem vindas.

Contras:

Poderia ter tido um grafismo melhor, e ter mais modos de jogo


Análise do Leitor – Wii Fit

Junho 24, 2008

Vocês já devem ter ouvido falar desse jogo por parte de revistas ou sites….ele está fazendo um grande sucesso não só no Japão…mas como nos EUA, na Europa e um pouquinho aqui no Brasil.

O motivo desse sucesso é a tecnologia inovadora usada pela Nintendo: A Wii Balance Board

Sobre o acessório

O Wii Balance Board é uma balança com sensores de peso, que estão localizados em seus apoios:

As “pernas” são os sensores…eles são precisos e sensíveis…qualquer movimentozinho que você faça é detectado normalmente

A versão japonesa do acessório foi feita para suportar 136 quilos…e a versão americana, 150 quilos (nada mais justo)

Jogos que podem ser jogados com ela:

1. Wii Fit – Lançado
2. We Ski – Lançado
3. Skate It – Ainda em desenvolvimento
4. Boogie Superstar – Ainda em desenvolvimento
5. All-Star Cheer Squad – Ainda em desenvolvimento
6. Don King Presents: Prizefighter – Ainda em desenvolvimento
7. Rayman Raving Rabbids TV Party – Ainda em desenvolvimento
8. Shaun White Snowboarding – Ainda em desenvolvimento

Sobre o Jogo

O jogo Wii Fit é muito divertido. E é um ótimo estimulante para aqueles que não gostam de fazer exercícios.

 

Recomendo deixar a interface do Wii no idioma Espanhol…assim você não terá problemas ao colocar sua altura (Em inglês, é medido por pés…em espanhol, por centímetros mesmo)

Logo quando começa o jogo, deve colocar sua altura e ano de nascimento.

Recomendo deixar a interface do Wii no idioma Espanhol…assim você não terá problemas ao colocar sua altura (Em inglês, é medido por pés…em espanhol, por centímetros mesmo)

 

Depois você é obrigado a fazer o Body Test.

A balança então mede a quantidade de peso que você coloca em cada perna, depois mede o seu alinhamento para com o centro da Balance Board.

A partir desses resultados, o jogo te informa se você é Abaixo do Peso, Normal, Intermediário, Acima do Peso ou Obeso

Depois você estabelece uma meta de quantos quilos você quer perder em 2 semanas/1 mês / 2 meses (você escolhe)

 

O Body Test é realizado diariamente para medir seu desempenho, se você vai ou não emagrecendo e etc.

 

Cumprindo ou não a meta, você pode mudá-la depois do tempo especificado…se conseguiu, pode colocar um pouco mais de quilos a perder. Se não conseguiu, pode diminuir um pouco

E então pode contar com a parte de Treinamento

Ele conta com várias áreas de “minigames” que exercitam.

Yoga – Cuida dos seus alongamentos e de sua postura, além de ajudar na respiração e metabolismo.

Conta com várias posições…como a Half Moon, que pede para que você junte as mãos no alto e curve o corpo para o lado, parecendo uma meia-lua. Ou a posição Warrior, que pede para que você apóie todo o peso nas pernas dobradas, com os braços esticados cada um para um lado. E outras

Strength Training – Ajuda na parte de treinamento dos músculos. Propõe exercícios como Flexões, Abdominais, e, além disso, exercícios para tonificar as pernas, como levantamento de joelho… etc.

Aerobics – Fazem você queimar calorias rapidamente. Propões corridas que não usam a Balance Board, que consistem em colocar o Wii Remote no bolso (ou segurar na mão) e correr normalmente (sem sair do lugar, óbvio) danças, que fazem você colocar e tirar os pés da Balance Board em sincronia com os comandos que aparecem na tela…e mais

Balance – Testa e ajuda o seu equilíbrio. Tem exercícios como o de Futebol, que pede para que você curve o corpo na direção da bola para cabeceá-la e evitar as chuteiras e pandas (WTF) que voam junto com as mesmas. Ou exercícios de guiar a bolinha até o buraco curvando o campo com o corpo…
 
Ele também conta com um gráfico que mede a quantidade de treinamento que você fez em cada “modalidade”. E você pode também colocar os exercícios que você fez fora do Wii Fit. Colocar quanto tempo você fez de tal exercício. Dividindo em 3 intensidades: Fácil (Lavar louça e outras coisas que não envolvem muita força), Médio (Andar ou Lavar Roupas, que envolvem um pouco de força) e Difícil (Correr e outras coisas que são mais puxadas). E essas atividades constam no gráfico…

Nota: 8,5

Se você gosta de fazer exercícios sem precisar de um estímulo assim, não precisa comprar. Mas ele diverte bastante
Como disseram algumas revistas: Vale mais a pena para seguir o futuro que a Balance Board terá.

 Luiz moura.

luiz_moura8@hotmail.com

Façam como o luiz e enviem suas análises, críticas, dicas, reclamações e elogios para:

contatogamescore@hotmail.com


Análise – Wii – Sonic and the Secret Rings

Maio 2, 2007

Depois de muitas decepções com os atuais game do ouriço azulado, a SEGA finalmente altera a fórmula de aventura do jogo e faz um trabalho digno do titulo de “melhor jogo Sonic dos últimos tempos”. A historia desta vez não trás Eggman (Robotnik) como vilão, e sim, Erazor Djim que tenta apagar todas as páginas da história de Arabian Nights, para acabar com o vilão o nosso herói recebe a ajuda de Shahra, um Gênio do Anel, de total serventia a Sonic. Você joga apenas com Sonic, os outros personagens aqui foram colocados em papéis importantes, porém apenas na história, e vão sendo mostrados no desenrolar da aventura cheia de surpresas!
Controlar Sonic não é nada fácil de inicio, e exige uma atenção grande. Com o Wii Remote colocado na posição horizontal, você deve mover sonic de um lado ao outro fazendo os mesmos movimentos no controle, para atacar é só pular e chacoalhar o controller. E o mais legal é que no final das fases, ou melhor, parágrafos, há uma barra que será preenchida de acordo com o seu desempenho, assim sonic vai evoluindo e ganhando pontos para equipar novas habilidades, ganhadas também no final dos parágrafos.
Como a história é contada no clima das Mil e uma noites, O jogo recebeu músicas cantadas que misturam rock com árabe de maneira perfeita, Essas músicas são parte importante para dar o clima aos cenários que vão desde desertos á lugares gelados. Por falar em cenários, o jogo recebeu um tratamento gráfico fantástico por parte da SEGA. Tudo é muito colorido e vibrante, efeitos ótimos de iluminação e um excelente polimento para os personagens.
Enfim, nem tudo que é bom dura pouco, além de tudo isso no modo Single Player, o jogo conta com um modo Party para diversão em grupo com minigames ao estilo Mario Party, até 4 pessoas podem jogar e há também o Special Book onde você libera vários extras ganhando medalhas nas fases.

Nota: 9.0

Recomendado!! Esperamos que este tenha sido o primeiro de muitos jogos ótimos do Sonic.


Wii – Análise – Red Steel

Março 19, 2007

Enfim, o wii foi lançado e todos puderam comprovar o quão divertido é chacoalhar o controller para jogar! Tanto jogos baseados em minigames, que se encaixam perfeitamente no wii remote, quanto jogos mais hardcore que exigem mais precisão do jogador. E Red Steel sem dúvida nenhuma era um dos jogos mais aguardados de todos, por mostrar que as outras empresas estavam interessadíssimas no wii, e também por mostrar um estilo de jogo bem único, com tiroteios e lutas de espadas, em um cenário típico japonês e musicas pra lá de diferentes. Não posso dizer que Red Steel é um jogo perfeito porque não é. Mas muitas revistas deram notas muito mais baixas do que o jogo realmente merece.


Agora que o jogo já está no mercado e quase todos os donos do wii já puderam jogar, fica a impressão de que a Ubisoft realmente lançou o jogo precipitadamente. Red Steel trás um visual maravilhoso, aliado a texturas diversificadas e efeitos de luz excelentes. Mas essa beleza infelizmente não se mantém durante todo o jogo. Há passagens pelo jogo que você se depara com texturas muito mal trabalhadas, mas se você não se importa com isso, vai deixar passar tranquilamente. Afinal há coisas muito compensativas em Red Steel.

Se para você o quesito mais importante é a diversão, Red Steel tem isso de sobra. Os tiroteios são alucinantes, e apesar de ser complicado de se acostumar com a mira no inicio (Que não é tão precisa como em Zelda, por exemplo.) rapidamente você vai pedir que venham mais inimigos. E quando a luta é com armas brancas a jogabilidade se mostra muito mais intuitiva, desde defender a executar os ataques especiais. Só achei uma pena que em algumas partes o jogo tenha slowdowns durante os tiroteios, isso tira totalmente a graça quando acontece e apesar de não serem absurdos, a parte técnica poderia ter sido mais bem cuidada e poderia também ter sido adicionado mais armas, afinal, você só pode ficar com duas e quando vai trocar é obrigado a jogar uma fora para pegar outra. A parte sonora do game merece um destaque especial, as músicas são marcantes e ajudam a dar um clima japonês/caótico ao game, e são bem variadas também, poucos FPS conseguem ter uma trilha sonora tão matadora! O modo multiplayer é para 4 jogadores, com os modos: Deathmatch, team deathmatch e killer. neste ultimo, os jogadores recebem objetivos secretos atravéz do speaker do wii mote!!

Nota: 7.8

Talvez Red Steel não seja tudo o que queríamos que fosse, mas a proposta da franquia é única e compensadora. E que na continuação a Ubisoft corrija todos os erros que fizeram desse jogo uma decepção para uns e um jogo bom para outros.


Wii – Análise – Wii Play

Março 5, 2007

Wii play. Do you? Essa frase não poderia ser mais convidativa! Wii play é um jogo muito simples, mas consegue ser ainda mais divertido e, além disso, vem com mais um wii-mote pra você jogar em multiplayer sem ter que gastar muito.

esta é coletânea de minigames onde o que importa é a diversão, e como é um jogo fora do comum, se eu avaliasse os gráficos e o som eu estaria fugindo do conceito do jogo, que é exatamente esquecer esses quesitos e se preocupar unicamente com a jogabilidade a diversão e o fator replay. O único objetivo aqui é conseguir muitos pontos e pegar todas as medalhas nos 9 Minigames disponíveis.
Nada melhor do que entender os minigames para avaliar o jogo.

Shooting range:

Lembra-se daquele clássico game de tiro do NES que se jogava com a pistola? Duck hunt é o nome do clássico e aqui o esquema é o mesmo! Você passa por vários levels, que variam entre atirar em Alvos, Discos voadores, Latas de refrigerante, patos e afins…
Um dos mais divertidos de todos!


Find Mii:

O jogo te dá a dica da hora, por exemplo: “Find the mii you’re using!”, ou seja, “Encontre o mii que você está utilizando” você aponta para o mii e aperta o A. Quanto mais rápido encontrar o mii que está pedindo, mais pontos você faz e o tempo do relógio aumenta alguns segundos para você.


Table tennis:

Talvez este não seja o melhor dos minigames, mas foi o qual eu mais viciei! Você deve apontar para a tela o controller e desliza-lo para a esquerda/direita e para frente/trás
Jogando em multiplayer, você pode colocar efeitos na bolinha para dificultar o jogador adversário a pegar a bola.


Pose mii:

Outro viciante minigame. Você deve encaixar os miis nas bolhas de sabão, girando o controle para os lados, e apertando a ou b para mudar o mii de pose. Diversão garantida!


Laser Hockey:

Você usa o wii remote apontando para a tela e deve bater na bolinha para fazer gol no seu adversário, sem dúvidas este é um dos melhores minigames! Destaque para a música que é bem legal.


Billiards:

Sinuca. Para ser mais exato. CUIDADO! É um jogo que vicia! As tacadas são muito precisas e a física das bolinhas incrível. Eu nunca tinha me interessado por Sinuca no videogame. mas gostei muito da jogabilidade deste!


Fishing:

Ótimo jogo, e apesar de meio estranho de acostumar (Sim porque, ao mesmo tempo em que você deve apontar para a tela você deve posicionar a vara e abaixar na água) tudo é muito preciso. E outra vez viciante!! Poderia ser um pouco mais complexo, mas iria contra os preceitos de wii play.


Charge!

Corrida de bois. Não tem coisa mais engraçado do que este jogo em multiplayer. Você deve usar o wii-mote na posição “Classic” e inclina-lo para frente para acelerar, mover para a esquerda/direta e fazer um movimento de pulo para o boi pular! Hilário!


Tanks:

Você controla o tanque de guerra no Digital + e mira apontando para a tela. Após mirar em seu alvo é só apertar B para atirar, você também pode deixar minas no chão com o botão A. muito bom em multiplayer.

Nota: 8.6

Wii play segue a essência do controle do wii, simplesmente intuitivo. É um dos jogos de maior replay que já conheci. Jogadores casuais podem se interessar bem mais do que um jogador hardcore. Mas, vale muito a pena esperimentar essa investida de criatividade!
Melhor jogado em multiplayer.

Por: Brainer A. dos Anjos


Análise – GBA – TLoZ: The minish cap

Janeiro 31, 2007

A série “Legend of Zelda” é uma das séries da nintedo com o maior número de fãs, graças a sua diversão, dificuldade(quem não se lembra das dungeons de ocarina of time?)e seu charme próprio, por isso os fãs sabem exatamente o que esperar quando compram um novo game com o herói verde na capa. Mas apesar de não ser o primeiro título produzido pelo estúdio Flagship (o mesmo de “Oracle of Seasons” e “Oracle of Ages”, além do remake de “A Link to the Past”), “Minish Cap” tenta mudar pequenos aspectos da série, com resultados variados.

O lado “ser criança novamente”
O novo game utiliza a mesma visão infantil de “The Wind Waker”, trazendo um jovem Link que acaba sendo arrastado para a missão de salvar a princesa Zelda, que foi transformada em pedra por Vaati (um feiteceiro do mau que é o seu inimigo em “Four Swords”). Logo encontra um companheiro para sua aventura: um chapéu nada educado chamado Elzo(antigo mestre de Vaati, foi transformado em chapéu por Vaati), que lhe confere o poder de encolher ao tamanho de um “Picori”(um povo microscópico que mora em sapatos, predras, troncos de árvores e outros lugares). Essa habilidade é especialmente útil para o herói, que precisa da ajuda dos Picori.
Um dos aspectos mais interessantes do game é essa mudanças dos mundos de diferentes tamanhos. Seguindo um pouco a mitologia dos duendes, os Picori são pequenas criaturas extremamente hábeis. A idéia de poder encontrar uma cidade em um pequeno buraco na terra é interessante e aproveitada visualmente de forma elaborada – especialmente em um jogo cuja temática é a exploração-.

Isso é ressaltado também por várias tentativas da Flagship de oferecer mais variedade ao game: vários itens escapam das convenções tradicionais da série, permitindo uma série de quebra-cabeças que prometem surpreender antigos veteranos. Mas apesar de criar um ambiente interessante e situações inéditas, “Minish Cap” pode decepcionar por sua jogabilidade.
Seguindo a fórmula clássica, Link explora uma série de dungeons onde consegue novas ferramentas – que por sua vez abrem acesso para novas dungeons, que o levarão até o fim da aventura. Mas se os fãs da série estão acostumados com o nível de acabamento que a Nintendo sempre garantiu, essa versão parece não levar esse mesmo parâmetro com a mesma seriedade.
Diminuto em vários sentidos!
O game é o mais curto da série, e é possível atravessar muitas das dungeons sem pestanejar por um segundo sequer (em grande parte devido às constantes dicas do chapéu Elzo) – mas muitas vezes você é largado no mapa sem saber exatamente para onde ir. Quem conhece bem a série vai estranhar o fato de certos caminhos serem fechados com obstáculos temporários, ao invés dos tradicionais empecilhos resolvidos com os itens.
Mas o pior problema é a tentativa de extender a longevidade adicionando desafios separados como a fusão de “Kinstones”: metades de pedras encontradas durante a partida que devem ser compartilhadas com pessoas que carregam as respectivas outras metades. O problema é que muitas delas são encontradas ao acaso e existem apenas oito tipos delas, transformando a tarefa em um mero exercício de paciência.
Se seguisse o alto padrão da série “Zelda”, “Minish Cap” seria um jogo altamente recomendado.

Nota: 8.5
Por causa da jogabilidade. E como a maioria dos consumidores devem esperar algo específico de um game com esse nome o mesmo pode deixar algumas pessoas decepcionadas.
Por: Pedro Vianna