
Sem sombra de dúvidas, Pikmin foi uma das franquias mais criativas que a Nintendo inventou, enquanto trabalhava com o Gamecube. Além de extasiar o publico japonês, foi um sucesso com a crítica especializada, ganhando 9.1 de 10 do site IGN. Usar um exército de criaturas para explorar um planeta hostil e usar suas habilidades específicas para cada situação, já não era uma grande novidade desde 2001, no lançamento do jogo. Mas ao longo deste review você irá conhecer e entender, o porquê de tal sucesso e destaque dentre os títulos de estratégia em tempo real, e por que é um grande bônus tê-lo com controles de Wii.
Má sorte é pouco:
Enquanto Olimar tirava um descanso viajando com sua nave pelo espaço, um imprevisto acidente acontece com sua querida Dolphin, a nave descontrolada, entra na atmosfera de certo planeta, para se espatifar em uma grande floresta. Olimar, depois de retornar a sua consciência, se dá conta do infortúnio: Sua nave está em pedaços, e os mesmos estão espalhados na atmosfera daquele planeta desconhecido e só lhe resta oxigênio para 30 dias, sendo que o gás atmosférico do planeta é tóxico. Depois de tanta desventura, é hora da sorte mudar um pouco, certo? Então aparecem as simpáticas (estranhas) criaturas, que são batizadas pelo próprio Olimar como “Pikmin”.

Para todos os niveis de jogadores:
A mecânica do jogo é apresentada de forma tão simples, que qualquer pessoa pode aprender a jogar, pois o jogo começa a um nível bem fácil e assim gradativamente vai ficando mais difícil. Mesmo se tratando de um jogo de estratégia, gênero que muitos consideram difícil. As “cebolas” são responsáveis por gerar os Pikmin, e você pode criar mais criaturas ordenando-as que carreguem as “pastilhas” ou monstros para as cebolas. É importante no final de cada dia, levar todos os Pikmin de volta para suas casas (as tais cebolas), pois os monstros no final do dia atacam sem dó e piedade e você não vai querer perder as criaturinhas. Depois que você entende as habilidades especiais de cada Pikmin, fica tudo mais simples ainda. São apenas três cores: Os vermelhos não podem ser incinerados e são fortes. Os azuis são parecidos com anfíbios, e podem entrar na água e sobrevivem na terra também. E os amarelos são especialistas em explosões usando bombas. A meta é coletar todas as peças entre os 30 dias de jogo (que duram em média 15 minutos) senão nosso amigo ficará sem oxigênio, e não preciso nem dizer o que acontecerá depois.

Mais liberdade:
A principal mudança do jogo de 2001, para o atual pikmin, fica por conta dos controles. Agora, usando o pointer. Você indica os objetos e inimigos apontando para a tela, para que os Pikmin atuem. Fica muito mais pratico, já que você usa o analógico unicamente para guiar Olimar livremente. Os outros comandos são feitos através dos botões, nada de sensor de movimento. O que dá a entender que a Nintendo não quis forçar a barra, e colocar o sensor para funcionar em um jogo que não foi projetado parar usar tal função e que talvez não combinasse. Além dos controles, este jogo ganha uma roupagem levemente mais bonita no Wii, já que roda em 16:9 Widescreen. Apesar de não mudar totalmente, não significa que as mudanças gráficas não dão resultado. As texturas e cores ficaram mais vivas e com a definição melhor. (talvez só notada usando um cabo vídeo-componente). A trilha sonora, apesar de não ter mudado em absolutamente nada, continua marcante como antes, Os sons de floresta e as músicas que combinam com cada situação e ambiente continuam a acrescentar na jogatina.

Erros e acertos:
Pikmin é um Port luxuoso, pois consegue melhorar a Jogabilidade, seu forte quesito, e ainda mostrar vida depois de tantos anos. Usar o sensor não faz tanta falta neste jogo, pois talvez fosse forçar demais o uso. Mas há algumas coisas que poderiam ser diferentes: Como o limite de 30 dias para terminar o game, depois de jogar a seqüência para gamecube, vimos como era mais divertido explorar sem se preocupar com o tempo, não queríamos que esta limitação voltasse. Tudo bem que faz parte da historia, mas uma alteração dessas ninguém reclamaria. O modo multiplayer da seqüência, poderia ter sido incluído nessa versão também. Graficamente, poderia ter sido totalmente refeito também, já que era um dos primeiros jogos de gamecube, seria muito legal, vê-lo totalmente refeito para o wii. Novos níveis seriam bem vindos também. Para quem não jogou Pikmin antes, esta é a grande oportunidade. Para quem jogou e terminou fica o aviso de que nada além dos controles e uma básica mudança gráfica foi feita, mas que continua um ótimo titulo até hoje.
NOTA: 9.0
Continua a viciar, usar o pointer é muito melhor, a box tem duas capas para escolher qual lado usar!
Faltaram mais mudanças e poderiam ter incluído um modo on-line multiplayer.
Texto escrito por: Brainer A. dos Anjos
Imagens: IGN.com




Escrito por br44h 
Escrito por br44h 
Escrito por resetti 

Em Ninja Gaiden não há como escapar dos inimigos ou você cai na pancadaria ou será dilacerado pelo inimigo, é por falar em dilacerar, uma das principais mudanças na jogabilidade que além de ajudar bastante nas lutas e faz com que seu inimigo termine totalmente desmenbrado é





















