Uncharted Golden Abyss – Impressões .

Desenvolvido pela Bend Studios , Uncharted Golden Abyss mostra todas as funcionalidades do novo portátil da sony, e leva uma nova experiência aos fãs da série.

Os eventos do game, acontecem antes do primeiro jogo lançado para o PS3 . Dessa vez, Drake segue o rastro de uma antiga civilização espanhola, e descobre um grande segredo por trás do massacre ocorrido a uma expedição há 400 anos. Ao lado de Jason Dante e Marisa chase, neta de um arqueólogo desaparecido misteriosamente. Natham Drake Se aventura por rios, ruínas de templos e cavernas da América Central, em busca de uma cidade perdida, até se encontrar sem sáida no Abismo Dourado. A história não é das mais intrigantes porém o desenrolar da trama é bem consistente, trazendo alguns lances de ação e boas doses de humor presentes nos jogos da série.

Golden abyss foi desenvolvido para mostrar todas as funcionalidades do PSvita, a movimentação de Drake é bem executada com os novos analógicos do console, os controles por movimento oferecem uma experiência inédita na série. Você pode balançar em cordas apenas inclinando o portátil para os lados, subir e descer escadas com um simples toque na tela, usar o touchpad traseiro para zoom in e out com a câmera, destaque para as sequências de tiro com a sniper, que utilizando o painel traseiro, conferem ao jogador uma maior precisão na mira. A tela de toque é usada de formas bem variadas. Os combates corpo a corpo são bem simples, basta esfregar a tela na direção indicada para ter sucesso, os inimigos desavisados, podem ser estrangulados com um simples toque. O game utiliza bastante todas as funções do aparelho de forma bem intuitiva. Embora as novas funcionalidades sejam um grande atrativo, tudo é opcional. A velha mecânica de botões não foi deixada de lado, você poderá selecionar suas armas com o D-PAD , recarrega-las com um simples toque no botão, é possivel escolher a forma que mais lhe agrada durante o jogo. A jogabilidade é um misto de ação e plataforma , levando o jogador a explorar mais os ambientes em busca de artefatos, e na resolução de pequenos enigmas. Isso acaba quebrando um pouco a ação cinematográfica caracteristica dos jogos anteriores. As sequências de tiros não acontecem com tanta frequência, o que acaba frustrando um pouco.

Graficamente Golden abyss é um game que tráz ótimas texturas e belos efeitos de iluminação. Os cenários ricos em detalhes, aliados a tela OLED do portátil, tornam o jogo ainda mais bonito. Os personagens trazem ótimas expressões faciais e a dublagem se encaixa perfeitamente. A Bend studios realizou um ótimo trabalho. O game não chega ao mesmo nível de detalhes dos jogos para o console doméstico da sony, embora alguns insistam em comparar as versões. O jogo é prejudicado pela quebra de polígonos com pequenos serrilhados em algumas contruções, e uma ou outra textura que chega a dar a aparência de um jogo meio duro. A parte sonora mantém a mesma qualidade dos games anteriores, trazendo a dramaticidade certa para cada momento. Usar um fone de ouvido faz toda a diferença.

Uncharted Golden Abyss não possue a experiência completa com elementos chaves da série. Porém apresenta seu charme e a jogabilidade ideal para quem procura um game divertido. Apesar das suas pequenas falhas, é o titulo de maior importância do Psvita até agora, e vale cada centavo investido. O jogo mantém a atenção do jogador por várias horas, atrás de muitos itens para colecionar. Um jogo Indispensável aos donos do PSvita.

Retrô Review -Pikmin

Todo fã da Nintendo que se preza, já deve ter ouvido falar das pequenas criaturinhas de olhos esbugalhados idealizadas por Shigeru Miyamoto.

Um certo dia observando seu quintal, Miyamoto se deparou com a rotina das formigas, que vagavam com pedaços de folhas, galhos e outros objetos pelo Jardim. Logo lhe veio a idéia, de criar um game onde seria preciso recolher vários objetos espalhados pelos cenários. Surgia então a inspiração para Pikmin.

O nome Pikmin, ao contrário do que muitos pensam, não é necessáriamente uma referência a Pokémon. E sim uma homenagem feita por Miyamoto ao seu cachorro de estimação , chamado Pikku.

O game lançando em Novembro de 2001 para Gamecube, marca a estréia de Captain olimar (protagonista do jogo ) que em uma das suas explorações pelo espaço, a bordo da sua nave DOLPHIN (Codinome do NGC antes do lançamento), acaba sendo atingido em cheio por um cometa. Sua nave caí em um planeta desconhecido, habitado pelos estranhos seres Chamados Pikmin. Como a atmosfera do planeta é extremamente venenosa para Olimar. Ele terá 30 dias para coletar todas as peças de sua nave e dar o fora o mais rápido possível para Hocotate, seu planeta natal.

Pikmin é um game de estratégia em tempo real com conceito bem simples. Cada criaturinha possui uma habilidade, identificada pela sua cor. E para dar cabo de todo o trabalho sujo, você poderá ter em seu grupo até 100 criaturinhas no primeiro game. Os Pikmin azuis, devem ser usados para coletar peças em locais alagados, amarelos podem explodir barreiras e os vermelhos são mais resistentes ao fogo e excelentes guerreiros . O ritmo do jogo é rápido, então economizar tempo e escolher os tipos certos para cada missão é essencial. Além de recolher todas as peças da nave, Olimar enfrenta ameaças por toda a parte. É comum que você se depare com insetos gigantes e plantas carnívoras. Fique atento ao seu bando, pois num piscar de olhos eles podem evaporar. E lembre-se, ao cair da Noite, recolha todos os seus ajudantes, caso contrário é morte na certa.

Gráficamente o jogo bão chega a ser o mais bonito do Cube. Porém os ambientes inspirados no jardim do próprio Miyamoto, possuem belos efeitos de luz e sombra. As músicas passam um ar de tranquilidade, oferencendo o clima perfeito na jogatina. Depois de algumas horas de jogo, algumas canções ficarão grudadas em sua cabeça.

Pra quem não se lembra ! Em 2004 o jogo recebeu sua sequência tão aguardada. Olimar volta ao planeta dos Pikmin. E seu objetivo, é recolher tesouros para empresa onde ele trabalha, que passa por uma terrível crise financeira. Dessa vez ele têm companhia. Louie seu colega de trabalho, agora fará parte da perigosa jornada.

É possível explorar o game como bem entender, sem limite de tempo. Isso mesmo! Para a alegria dos fãs, o tempo limite que havia no primeiro jogo foi retirado. A uma quantidade considerável de novos itens e modos de jogo inéditos. Os já conhecidos pikmin amarelos, azuis e vermelhos estão de volta . Mas duas novas raças dão o ar da graça. São eles os Pikmin Roxos e Brancos. Os Roxos são grandalhões e bem fortes, enquanto os Brancos possuem olhos vermelhos (Mais esbugalhados que o normal) e são bem ágeis. É possível dividir seu grupo entre os dois personagens ao mesmo tempo, assim os puzzles se tornam mais dinâmicos. Ambientes subterrâneos oferecem ainda mais desafios. Há também um modo multiplayer para até 2 pessoas em tela divida. Ganha quem coletar mais itens.

Os cenários continuam com um design primoroso, possuem ótimas texturas e cores vibrantes. Uma das melhores direções de arte do Cubo. Pikmin 2 trouxe tudo o que havia de melhor no primeiro jogo. É peça indispensável para os donos do Gamecube

Se você é fã da série assim como eu. Já deve estar com saudade de Olimar e seus amigos. Pikmin é dos games mais brilhantes que conheço, tanto pelo bom humor, ótimos desafios e jogabilidade única, os jogos vão muito além de apenas carregar simples objetos.

O terceiro game estava em processo de produção para o Nintendo Wii. Porém o game foi transportado para o Wii U. Obviamente ele fará um bom uso das capacidades do controle. Mal posso esperar para ver como isso irá funcionar. Espero que em breve, possamos ter mais detalhes sobre os estranhos seres. Passear pelo jardim de Miyamoto é uma aventura e tanto!

Retro Review Jet Grind Radio

É sempre bom relembrar os jogos que fizeram sucesso há tempos atrás. São tantos games memoráveis que, seria difícil listar todos eles aqui. Entre eles, um que vale a pena ser lembrado e que inclusive ando jogando ultimamente, é JET GRIND RADIO (JET SET RADIO no japão)
No game Lançado em Novembro de 2000, e desenvolvido pelos estudios AM6, antiga subsidiaria da Sega no Japão, você é um líder de uma gangue equipado com seus “rollerblads”(patins). E para se dar bem no jogo é preciso Grafitar em toda a cidade e ao mesmo tempo confrontar a policia, que não quer deixar espaço para sua arte nas ruas.

Isso mesmo, o objetivo de Jet Grind Radio é sair grafitando por aí .E pra isso, você terá que escolher um entre os vários personagens do game. O modo de seleção de personagens é bem intuitivo. Além de estilos diferentes, os personagens possuem Skills, que dependendo da fase onde você está, podem ser muito úteis. Em fases por exemplo onde é necessário grafitar vários locais, procure usar personagens com a técnica mais avançada para não demorar tanto nas sequências dos grafitis. Já nas fases onde há vários policiais o melhor é usar os mais rápidos para escapar das perseguições e por ía vai.

Controlando seu personagem,você terá de encontrar sprays espalhados em todos os cantos do cenário e começar a deixar sua marca. Combatendo as gangues do local que tentam roubar seu território. Cada fase possui um tempo limite então é bom ficar atento e não perder tempo com os policiais chatos que insistem em tentar parar você.

O sistema dos graffites é bem simples. Basta usar o direcional analógico, para imitar a direção das setas apresentadas na tela. Vasculhando os cenários é possivel encontar novos Graffitis, que podem ser selecionados na tela de menu do jogo. E há uma boa quantidade deles espalhados pelas fases. Além disso é possivel costumizar sua própria Tag. A versão americana tinha a possibilidade de conexão ao serviço On line da sega (já extinto), para baixar várias imagens e transportá-las ao Jogo.

Jet Grind Radio, foi um dos primeiros jogos a utilizar a técnica cell shading. Que mistura o estilo dos traços de desenhos (cartoon), com efeitos 3D. Isso deixa o jogo, com design gráfico bem interessante. Os ambientes inspirados em uma tokyo futurista/underground, são vastos e ricos em detalhes, algo inovador para a época. Pouquíssimos games até então, já haviam utilizado esse recurso. Um dos games que me Recordo utilizando essa técnica gráfica é Fear Effect (psone).

A trilha sonora empolgante, combina perfeitamente com o nível underground das fases. E nada melhor do que um jogo carregado de Rock /Pop /Tecno. Acredite você vai querer aumentar o volume no tálo ao jogar. Músicas essas, dignas de agitar qualquer festa. (Uma das minhas preferidas That’s enough – Hideki Naganuma)

Apesar de ter aparecido no Dreamcast, a série ainda rendeu mais dois jogos. Um para Game Boy Advance e outro para Xbox. (Mas infelizmente ainda não pude colocar as mãos nessas seqüências).

O mais marcante em Jet Grind Radio, é o alto nível de diversão e desafios do jogo. Se ainda não teve a oportunidade de jogar esse clássico, não perca tempo. Peça um Dreamcast emprestado ao vizinho, tire a poeira do seu e corra atrás desse jogo. Garanto que vai valer a pena as várias horas tentando descobrir novas áreas e tags neste clássico da sega.

We Are Here To Rock Your World! Elite Beat Agents

Elite Beat Agents é a versão americana de osu! Tatakae! ouendan no japão. Um game musical da Nintendo lançado alguns anos atrás para o Nintendo DS . Nos jogos desse gênero é preciso apenas acertar os ícones indicadas na tela para ter sucesso. Mas em EBA, o melhor do jogo é ver as histórias insanas se desenrolando enquanto você  joga.

Ao iniciar o game,você terá que escolher um dos agentes malucos, que simbolizam o nível de dificuldade das partidas. Logo em seguida, uma tela de mapa mostra todas as missões disponíveis e de acordo com o seu desempenho, novos níveis são destravados. As encrencas em que você terá de se meter são as mais variadas possíveis, ajudar um cachorro a encontrar o seu dono, salvar um bebê em perigo e por aí vai. Cada missão é dividida em 3 a 4 níveis, onde é vital acertar as sequências de ícones, que aparecem na tela inferior do Ds com a stylus. Há Também um medidor que deve sempre se manter acima do nível vermelho.  Caso contrário é game over na certa.  A tela de cima do portátil fica responsável em mostrar o desenrolar da história, com animações em quadrinho muito bem humoradas que podem variar dependendo dos acertos em cada etapa.

EBA têm uma seleção de músicas extensa se levarmos em consideração a capacidade de armazenamento do cartucho do DS. Ao todo são 19 músicas, Hits como ABC – Jackson Five e Y.M.C.A – Village  People , farão você se divertir ainda mais e entrar no ritmo.  As músicas apesar de serem versões regravadas, não tiram o brilho da diversão.  É aconselhável o uso de fones de ouvido, Já que o som dos alto falantes do NDS não é dos melhores.

EBA é um dos jogos musicais mais criativos do Nintendo DS, então não perca tempo e vá jogar logo. Garanto que depois de algumas horas você não conseguirá desgrudar do seu DS.

Review Alan wake

Suspense, enredo intrigante e boas doses de sustos. Isso é o que te espera nesse incrível Psychological Action Thriller. Baseado nas obras de Stephen king. O enredo é o foco do game, contado em capítulos que fazem o jogo parecer com os grandes seriados de TV norte americanos pelos “previously in Alan wake” e pelo encerramento dramático em cada capitulo.

Alan wake é um escritor de suspense bastante renomado, mas há exatos dois anos não consegue escrever absolutamente nada. Frustrado e atormentado por constantes pesadelos, Ele e Alice (sua esposa) resolvem ir para Bright Fall uma cidade tranquila em meio às montanhas, onde esperam curtir um bom descanso juntos. Tudo ocorria bem até o desaparecimento repentino de Alice e é aí que Alan mergulha atrás de explicação, diante de uma história que parece não haver solução.

Durante o game você será atacado por criaturas noturnas e para eliminá-las você estará equipado com várias armas e uma lanterna que têm papel fundamental para manter-se vivo. Cada criatura é envolvida por uma aura escura, basta manter o feixe de luz da lanterna sobre elas até que essa aura esteja completamente eliminada, aí sim você poderá mandá-las pelos ares.

Há momentos em AW que uma verdadeira horda de inimigos irá tentar impedir sua busca por Alice, e para escapar é bom se adequar ao comando de desvio (botão LB) que além de um belo efeito visual, te dá um pequeno tempo extra pra mandá-los ao lugar de onde saíram. Se sofrer algum dano dos inimigos, basta encontrar algum local iluminado, seja por um poste ou dentro de uma casa, mantenha-se lá até que seu life esteja totalmente recuperado. Esses locais  também são responsáveis pelo seu save game(checkpoint), sem falar que é importante não sair gastando sua munição atoa, afinal o jogo é também um survival horor e o esquema é encontrar o melhor jeito de derrotar mais inimigos ao mesmo tempo.

 Os puzzles em Aw se resumem em acertar algumas sequências de botões (QTE) ou vasculhar o cenário para encontrar uma chave. Nada que ofereça grande desafio.

A direção de arte do jogo impressiona, os ambientes são bastante detalhados, mostrando uma cidade cercada de montanhas e com casas típicas dessa região. AW possui os melhores efeitos de água e luz do Xbox 360, embora a modelagem de personagens não seja a melhor. É comum perceber a falta de expressão facial nos personagens, algo que poderia ser mais bem trabalhado, pois a produtora se empenhou em deixar os ambientes mais ricos em detalhes possíveis. Criando o clima de tensão ideal aos jogadores. (Destaque para as partes noturnas onde a falta de luz causa calafrios até nos mais corajosos).

O som também merece destaque. Durante a partida as músicas são tensas, criando o clima ideal à ação. E como se não bastasse, a cada final de capítulo você poderá ouvir músicas compostas por bandas famosas, especialmente para o game. Como “old gods of asgard” música criada pela banda Poets Of The Fall, David Bowie e Nick Cave também fazem parte da trilha sonora do jogo.

Dificilmente você ficará longe do seu Xbox enquanto não terminar AW. A Produtora Remedy acertou em cheio nesse game por fazer uma história intrigante e que realmente desperta a atenção e a curiosidade do jogador.

Análise – New play control Pikmin

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Sem sombra de dúvidas, Pikmin foi uma das franquias mais criativas que a Nintendo inventou, enquanto trabalhava com o Gamecube. Além de extasiar o publico japonês, foi um sucesso com a crítica especializada, ganhando 9.1 de 10 do site IGN. Usar um exército de criaturas para explorar um planeta hostil e usar suas habilidades específicas para cada situação, já não era uma grande novidade desde 2001, no lançamento do jogo. Mas ao longo deste review você irá conhecer e entender, o porquê de tal sucesso e destaque dentre os títulos de estratégia em tempo real, e por que é um grande bônus tê-lo com controles de Wii.

Má sorte é pouco:

Enquanto Olimar tirava um descanso viajando com sua nave pelo espaço, um imprevisto acidente acontece com sua querida Dolphin, a nave descontrolada, entra na atmosfera de certo planeta, para se espatifar em uma grande floresta. Olimar, depois de retornar a sua consciência, se dá conta do infortúnio: Sua nave está em pedaços, e os mesmos estão espalhados na atmosfera daquele planeta desconhecido e só lhe resta oxigênio para 30 dias, sendo que o gás atmosférico do planeta é tóxico. Depois de tanta desventura, é hora da sorte mudar um pouco, certo? Então aparecem as simpáticas (estranhas) criaturas, que são batizadas pelo próprio Olimar como “Pikmin”.

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Para todos os niveis de jogadores:

A mecânica do jogo é apresentada de forma tão simples, que qualquer pessoa pode aprender a jogar, pois o jogo começa a um nível bem fácil e assim gradativamente vai ficando mais difícil. Mesmo se tratando de um jogo de estratégia, gênero que muitos consideram difícil. As “cebolas” são responsáveis por gerar os Pikmin, e você pode criar mais criaturas ordenando-as que carreguem as “pastilhas” ou monstros para as cebolas. É importante no final de cada dia, levar todos os Pikmin de volta para suas casas (as tais cebolas), pois os monstros no final do dia atacam sem dó e piedade e você não vai querer perder as criaturinhas. Depois que você entende as habilidades especiais de cada Pikmin, fica tudo mais simples ainda. São apenas três cores: Os vermelhos não podem ser incinerados e são fortes. Os azuis são parecidos com anfíbios, e podem entrar na água e sobrevivem na terra também. E os amarelos são especialistas em explosões usando bombas. A meta é coletar todas as peças entre os 30 dias de jogo (que duram em média 15 minutos) senão nosso amigo ficará sem oxigênio, e não preciso nem dizer o que acontecerá depois.

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Mais liberdade:

A principal mudança do jogo de 2001, para o atual pikmin, fica por conta dos controles. Agora, usando o pointer. Você indica os objetos e inimigos apontando para a tela, para que os Pikmin atuem. Fica muito mais pratico, já que você usa o analógico unicamente para guiar Olimar livremente. Os outros comandos são feitos através dos botões, nada de sensor de movimento. O que dá a entender que a Nintendo não quis forçar a barra, e colocar o sensor para funcionar em um jogo que não foi projetado parar usar tal função e que talvez não combinasse. Além dos controles, este jogo ganha uma roupagem levemente mais bonita no Wii, já que roda em 16:9 Widescreen. Apesar de não mudar totalmente, não significa que as mudanças gráficas não dão resultado. As texturas e cores ficaram mais vivas e com a definição melhor. (talvez só notada usando um cabo vídeo-componente). A trilha sonora, apesar de não ter mudado em absolutamente nada, continua marcante como antes, Os sons de floresta e as músicas que combinam com cada situação e ambiente continuam a acrescentar na jogatina.

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Erros e acertos:

Pikmin é um Port luxuoso, pois consegue melhorar a Jogabilidade, seu forte quesito, e ainda mostrar vida depois de tantos anos. Usar o sensor não faz tanta falta neste jogo, pois talvez fosse forçar demais o uso. Mas há algumas coisas que poderiam ser diferentes: Como o limite de 30 dias para terminar o game, depois de jogar a seqüência para gamecube, vimos como era mais divertido explorar sem se preocupar com o tempo, não queríamos que esta limitação voltasse. Tudo bem que faz parte da historia, mas uma alteração dessas ninguém reclamaria. O modo multiplayer da seqüência, poderia ter sido incluído nessa versão também. Graficamente, poderia ter sido totalmente refeito também, já que era um dos primeiros jogos de gamecube, seria muito legal, vê-lo totalmente refeito para o wii. Novos níveis seriam bem vindos também. Para quem não jogou Pikmin antes, esta é a grande oportunidade. Para quem jogou e terminou fica o aviso de que nada além dos controles e uma básica mudança gráfica foi feita, mas que continua um ótimo titulo até hoje.

NOTA:  9.0

Continua a viciar, usar o pointer é muito melhor, a box tem duas capas para escolher qual lado usar!

Faltaram mais mudanças e poderiam ter incluído um modo on-line multiplayer.

Texto escrito por:  Brainer A. dos Anjos

Imagens:  IGN.com

Análise – Nintendo DS – N+

N+. Tão simples quanto o nome, é o gameplay. Você começa sem ao menos um contexto. Nada de história ou lengalenga, você é um ninja e o objetivo é você passar por todos os obstáculos das fases, coletando moedas douradas, e no final abrirem a porta e escapar. Pode parecer simplório demais em uma geração em que gráficos extraordinários e multiplayer online são quesitos muito apreciados pelos gamers, mas acredite, o fator que mais impressiona é exatamente a simplicidade. Este é mais um daqueles jogos que provam que algo simples aliado à criatividade ainda conseguem divertir nos videogames.

Confesso que senti certo preconceito em relação ao game antes de pega-lo pra jogar, até porque eu não tinha jogado nenhum dos predecessores, Mas quando comecei a jogar já gostei. Achei os movimentos do Ninja bem legais, e muito intuitivos, usa-se o direcional + um botão apenas, e de acordo com o avanço das fases, claro, vai ficando mais difícil. E como este é um jogo de puzzle, alguns movimentos devem ser previamente pensados, pois o formato das fases não é apenas de enfeite, para completar as fases pegando todo o ‘Money’ você deve usá-lo ao seu favor. Uma adição legal á versão de DS, é uma espécie de mapa na tela de cima em que mostra toda a fase, e um Zoom no personagem na tela debaixo, facilita bastante para você achar o melhor caminho a seguir.

Há ainda um modo multiplayer local muito divertido, (mas dificílimo!) cooperativo ou competitivo, e um modo de construção de fases em que você poderá compartilhar e baixar estágios criados por outros jogadores de forma online.

Enfim um jogo que pode divertir a todos, principalmente aos hardcores, e aos que curtem jogos old-school. Viciante, simples e sem compromisso.

Nota: 9.5

200 estágios são ótimos, mas nós queríamos mais!

Boom blox wii

A mecânica básica se resume em atirar uma bola (baisebol,borracha,boliche) para derrubar a montanha de pecinhas. Isoladamente, isso já garante diversão extrema.
Observar aquele monte de retângulos e quadrados caindo, está entre as melhores experiências vistas no wii.
As físicas da brincadeira dão um banho em muito jogo pseudo-realista. A força do impacto, a tragetória da bola e o equilíbrio das peças são calculados em tempo real de forma magistral e impressionante. Por mais simples que seja, você não cansa de testar as diversas possibilidades que nunca se esgotam.

Conforme você avança, as fases ganham complexidade e começam a surgir novos items, que mudam a maneira de jogar. Como blocos explosivos posicionados estrategicamente, retângulos (que somem e desequilibram os que estão em cima) e muito mais. Uma pena que um jogo como este tenha um modo historia com fases tão bobinhas.

nota:9,5

prós: Diversao absurda.

contra: modo historia bobo.

por: Caio F.Dias.

Review Ninja Gaiden II

Ninja gaiden II Um dos games mais aguardados do ano chega ao xbox 360 ainda mais sangrento, rápido e alucinante. O título mostra que a espera valeu a pena,dessa vez o black spider ninja clã tenta dominar o mundo em posse de um artefato que têm o poder de abrir os portões do inferno, essa é a premissa para a ação do game que se passa em varias localidades desde a uma tokyo futurista a uma fortaleza aérea, mostrando um trabalho de arte fantástico de encher os olhos Ninja gaiden II concerteza é um dos títulos de melhor visual do xbox 360 o game é rico em detalhes mostrando texturas em alta definição e um belíssimo designer dos personagens.

 

A trilha sonora combina perfeirtamente com os ambientes do game utilizando diversos efeitos para cada tipo de situação, um trabalho fantástico misturando rock com melodias japonesas. O game apresenta algumas mudanças na jogabilidade em relação ao seu predecessor que ajudam bastante na hora da matança, por exemplo agora com um simples toque no botão direcional Ryu pode trocar suas armas e magias, o que facilita muito nas batalhas principalmente quando você se encontra em meio a corja de inimigos que se antes possuiam uma inteligência artificial fora do comum agora estão ainda piores.

 

Em Ninja Gaiden não há como escapar dos inimigos ou você cai na pancadaria ou será dilacerado pelo inimigo, é por falar em dilacerar, uma das principais mudanças na jogabilidade que além de ajudar bastante nas lutas e faz com que seu inimigo termine totalmente desmenbrado é  um sistema onde basta um simples toque no botão y para se deparar com uma cena sangrenta onde braços, pernas e cabeças dos inimigos são arrancados como se fossem papel, o resultado disso é uma cena chocante e avassaladora, os ataques mudam dependendo da arma utilizada por Ryu.

 

Ao longo da aventura Ryu vai aumentando seu arsenal com espadas, lâminas, garras, facas e foices podendo também aumentar o level de suas armas. As magias ninpo também ajudam  Ryu a dar cabo dos inimigos no decorrer dos 14 capitulos  do game.

Infelizmente o jogo sofre com a ausência de puzzles mas nada que tire o brilho do titulo pois o jogos é bastante divertido,  aqui o negócio e cair na porrada.

 

Ninja gaidem II é um game imperdível não só para os fãs da série mas também para aqueles que ainda não tiveram a chance de jogar o game em outras plataformas apesar da dificuldade um tanto irritante que pode pegar os menos desavisados de surpresa  vale a pena dar uma conferida

 

Nota : 9,0

 

Prós : Gráficos perfeitos, Jogabilidade insana.

 

Contra: dificuldade extrema.

Análise – Mario Kart Wii

A única coisa que me decepciona em pegar novos jogos, é ter que parar de jogar, para vim fazer uma análise. Não que fazer a análise seja cansativa, ou chata, é que eu preferia mesmo continuar lá jogando mesmo. Mas vamos ao que interessa!

Mario Kart Wii, reúne tudo que fez sucesso das versões anteriores, e melhora muitas coisas que fizeram as mesmas versões serem criticadas, o modo online acrescenta de forma positiva na jogatina, de tal forma, que as partidas solitárias se tornam um tédio. Mas contudo é o mesmo jogo de sempre.

As novidades

A novidade mais obvia é que os jogadores podem correr com motocicletas e karts. E não apenas Karts, como nos antecessores. A diferença básica entre esses tipos de veículos é que com Karts, você pode fazer um Super mini-turbo, e as Bikes apesar de fazerem apenas mini-turbos, você pode fazer um ‘Wheelie‘ apenas movendo o wii remote para cima, e aumentar a sua velocidade a qualquer hora.

Além disso, os controles mudaram QUASE totalmente. É possível jogar com todos os controles para Wii. Wii remote, Wiimote+nunchuk, classic e gamecube. Mas de longe a experiência mais agradável, é jogar apenas com o Wiimote, principalmente adaptado ao acessório Wii Wheel, o volante que acompanha o pacote. Pois este aumenta de forma significativa a experiência de jogo. E fazer os movimentos para virar o veículo logo se tornam algo eficiente e fácil.

Temos também os novos itens, em um total de 15 itens, temos 3 novos. O mega mushroom transforma quem o usa em um gigante capaz de passar por cima de todos os outros corredores, O POW Block provoca um tremor de terra e fazem todos os corredores rodarem literalmente na pista, e enquanto isso o Lightning Cloud fica sobrevoando sua cabeça e quando o tempo de espera termina ele te dá uma descarga elétrica. Espera! Um item que ataca o próprio jogador que o usa? Bom, sim e não. Se antes da contagem terminar você bater em um oponente o item passa a sobrevoar a cabeça do mesmo e assim ele pode passar pra outros oponentes também e tornar a brincadeira uma desgraça total para quem recebe-lo por ultimo.

Antes de começar a corrida, agora também é possível escolher se você deseja que a derrapada [Drift] seja manual, ou automática. Já que os Drifts se tornaram equilibrados para a felicidade daqueles que odiavam os chamados “Snakers“, mas é importante lembrar que o mini-turbo não está disponível para o automático.

O modo Vs. Também ganhou novidades. Você pode entre Solo Race, e Team Race. O solo race é o mesmo modo Grand Prix nos antecessores. Você e (até) mais 3 pessoas correm contra os 8 CPUs. Ah sim, esta é outra coisa bem vinda em MK Wii, são 12 corredores por pista. E não mais 8 como antes. O que torna tudo muito mais disputado e bagunçado também. E por falar em pistas, elas estão lotadas de rampas para manobras, você executa essas tais manobras movendo o Wii remote para cima ou para a esquerda, ou para a direita. Cada um dos movimentos dá uma ação diferente, apesar de que a culminância das ações dão o mesmo resultado: um aumento temporário significativo na velocidade.

Em time que está ganhando não se mexe.

Apesar do sucesso de Mario kart DS, a Nintendo achou sim, necessário fazer algumas mudanças em MK. Nada mais justo, já que o Wii merecia algo realmente novo. Porém, a formula básica continua.

No modo single player, há 4 modos de jogo. São eles: Grand Prix, Time Trial, VS e Battle. Antes de começar a partida, as Classes 50cc, 100cc e 150cc estarão jogáveis logo de inicio, e a diferença agora é que cada uma delas tem uma certa restrição aos veículos de inicio. Na 50cc você escolhe apenas entre Karts, em 100cc poderá apenas jogar com Bikes, enquanto em 150cc todos os dois tipos de veículos são optáveis. As Copas ainda trazem as pistas Retro, acrescentando pistas dos antecessores DS, N64, GBA e NGC. Um ótimo atrativo para quem já conhecia e dominava essas pistas. Achei realmente uma pena que a melhora gráfica das pistas RETRO tenha sido pouco significativas. Há uma diferença notável para as pistas feitas exclusivamente para o Wii. Os modelos de personagem também deixam a desejar. Em níveis comparativos, eles não são melhores que os modelos feitos para Gamecube. Porém sabemos que MK nunca foi um jogo com atrativos gráficos. A Nintendo deu uma melhorada com efeitos de Bloom light e Blur nas pistas, suporte Widescreen (16:9) e 480p. Deixando tudo com uma carinha nova, mas nada que surpreenda muito.

As músicas continuam a ter o seu valor nas partidas. O dolby Pro logic II cumpre seu papel, até mesmo nas pistas antigas, Um frio passa pelo estômago ainda cada vez que você passa pela penúltima volta e a música automaticamente se torna acelerada pra te deixar mais nervoso, e cada pista tem seu tema musical, nada de repetir as cantigas para vários estágios como aconteceu no NGC. Efeitos sonoros continuam irritando propositalmente os jogadores (Sim, o barulho dos Spiny Shell chegando quando você está na ultima volta em primeiro lugar, é de fazer arrancar os cabelos!), e tornando o jogo uma bagunça total.

Nintendo WFC


Um dos atrativos principais do game é seu modo online. Garanto que nunca tive uma experiência tão boa em um Mario kart online (Os Chats do DS me faziam perder a paciência) e muito menos em um jogo online para Wii. Estaria a Nintendo aprendendo? Espero que sim. Até o sistema de friend-codes (Que eu particularmente detesto) ficou melhor. Se seu amigo já está adicionado ao seu Mensage board você entra no MK channel, e manda-lhe uma mensagem, esta por sua vez chegará ao Wii de seu amigo, e basta ele clicar em Start na mensagem que vocês serão adicionados automaticamente no MKWii.

Nem mesmo ‘Smash Bros’ que ficou, anos sendo produzido, conseguiu ter a fluência online que Mario kart Wii tem. Jogando com amigos ou Qualquer pessoa pelo globo. Me surpreendi muito ao ver que quando o modo Worldwide ou regional era acionado, não demorava em nada para que todos os jogadores fossem encontrados. 12 jogadores, nenhum ‘lag‘, nem chats, e pura diversão. É uma experiência renovadora e acrescenta em muito o valor de Replay que o jogo tem.

Além de tudo, a própria Nintendo faz campeonatos Online para instigar a sede por vitória dos jogadores, e um sistema simples de pontuação faz os jogadores se manterem jogando sempre.

TV Mario Kart

Além de tudo que o jogo proporciona, é possível instalar um Canal MK no seu wii. Dessa forma você pode acessar (não jogar) as informações da sua Licença online, sem que o jogo precise ser inserido no Wii. Você pode enviar e receber os ‘Ghosts‘ (seu próprio record em uma pista para que os outros jogadores tentem bate-lo), pode ver o Hanking Mundial ou regional, enviar seu code para seus amigos e atualizar o canal com informações, além de ver também informações sobre os tais torneios oficiais Online.

Desta forma, Mario Kart Wii se torna uma das melhores versões já lançadas, acrescentando a experiência online mais fluida do Wii, e um valor de Replay muito alto, compensa em muito sua grana.

Nota: 9.5

Prós:

modo online realmente bem feito, e as novidades muito bem vindas.

Contras:

Poderia ter tido um grafismo melhor, e ter mais modos de jogo

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