Um último Suspiro.
maio 18, 2012 2 Comentários
Xenoblade cronicles, The Last Story e Pandora’s tower foram os jogos escolhidos pela Nintendo para fechar o ciclo de vida do Nintendo Wii. Embora Pandora’s Tower tenha sido confirmado apenas na Europa, os games chegam após uma longa espera e trazem propostas distintas e indispensáveis para quem busca algo novo.
Xenoblade Cronicles
Xenoblade cronicles é obra de Tetsuya Takahashi, game designer responsável por jogos como Xenogears (1998) e Xenosaga trilogy (2002-2006). Takahashi trás a tona a história dos titans Bionis e Mechonis, que após uma árdua luta, acabam sucumbindo, de seus corpos surgem os primeiros laços de vida de uma civilização.
O mundo de xenoblade tem uma magnitude sem precendentes. Fica evidente a vontade dos produtores de levar o jogador à vastidão dos ambientes cercados por montanhas, lagos e vastas planícies. O jogo explora bastante as side quests que em conjunto com a campanha principal pode ultrapassar cem horas de jogo. Os combates em turnos são bem simples: Apertando o botão Z próximo a um inimigo você inicia o modo de batalha, e basta escolher a ação do seu personagem nos menus. O diferencial é que você pode se locomover livremente entre as lutas podendo explorar alguns pontos fracos dos inimigos. Xenoblade executa muito bem essa combinação. Quando seu personagem adquire um novo movimento, a tela de tutorial é aberta para que o jogador aprenda como executar sua nova técnica. Em 1 ou 2 horas de jogo, você estará mais familiarizado ao gameplay. também é possivel controlar qualquer um dos membros da equipe liderada por “Shulk” .
A localização dos personagens cumpre muito bem o seu papel, trazendo a dramaticidade perfeita ao game. A direção de arte impressiona em xenoblade. Destaque para os cenários que possuem detalhes minuciosos. A trilha sonora com solos de guitarra para as batalhas contra chefes e melodias leves, foram feitos para se encaixar perfeitamente em cada momento. A parte sonora ficou a cargo de Yoko Shimomura, Manami Kiyota e os três membros da ACE + (Tomori Kudo, Chico e Kenji Hiramatsu) . Tetsuya takahashi reacende a chama dos RPGs clássicos japoneses.
The Last Story
Hironobu sakaguchi é o principal responsável pelos alicerces dos RPGS japoneses. Em The last story ele mostra que possui o dom de contar belas histórias. Last Story é uma narrativa tocante dividida em capítulos. A história de amor e amizade entre “Zael” e seus amigos não poderia estar em melhores mãos.
O jogo oferece combates em tempo real sem interrupções entre as partidas. Além disso você poderá utilizar os objetos no cenário para se esconder e desferir golpes surpresa em seus oponentes. A execução dos golpes é feita apenas se aproximando dos inimigos sem a necessidade de apertar sequencias de botões. Os modos tradicionais de costumização dos personagens estão presentes também. É possível mudar tudo. Isso reflete não só no campo de batalha, melhorando as habilidades dos heróis, mas no visual dos personagens durante todo o jogo. Sakaguchi trás um RPG com elementos totalmente originais. A trilha sonora assinada por Nobuo Uematsu dispensa comentários. Ao lado de Lost odyssey , The last Story é o melhor trabalho da Mistwalker.
Pandora’s Tower
A última grande aventura do Wii chega pelas mãos da Ganbarion, empresa responsável por jogos como Ultimate jump stars ( DS ) e One piece Unlimited Cruise para Nintendo wii. Pandora’s tower é uma história de amor e devoção entre Aeron e Helena. Aeron é forçado a entrar na fenda de Okanos, nos confins da Terra, para impedir que sua amada se transforme totalmente em monstro. Enquanto sua maldição não for quebrada, Helena depende da coragem de Aeron para trazer a energia vital dos monstros que habitam o local. Aqui a narrativa só serve como pretesto, pois o foco principal são os combates que exploram bastante o uso dos sensores de movimento do Wii. O gameplay sólido compensa a história clichê.
Pandora’s tower é um game de ação e exploração com diversos elementos de RPG. Com o botão A os ataques com a espada são desferidos, mirando na tela e apertando o botão B você utiliza a corrente sagrada de Oraclos, que é bem explorada nos puzzles em cada ambiente. O Nunchuck é responsável pela movimentação do personagem e seus movimentos de esquiva. A atmosfera lembra jogos como Shadow Of The Colossus e Castlevania. É inevitável não compará-lo a obra de Fumito Ueda, já que o protagonista parte em uma busca desesperada para salvar a sua amada.
Há uma variedade de ambientes para serem explorados e cada local possui seu próprio tema. A trilha sonora é muito bem elaborada principalmente nas lutas entre os chefes. O jogo traz cenários com contruções gigantescas e ótimos lances de câmera. Mesmo não sendo nos mesmos moldes de Xenoblade e The last Story, Pandora’s tower não deixa de ter seus méritos.











Há tempos não jogava, um game da série Final Fantasy. O último que joguei, foi crisis core: Final Fantasy VII para (PSP), mas isso já faz um bom tempo.


O game é maravilhoso, desde o clímax até o nível de complexidade dos diálogos, que em minha opinião, é um dos aspectos mais interessantes do jogo. De acordo com suas respostas, o game te leva a um rumo diferente na história. Gráficamente o jogo não deixa nada a desejar, mostrando um nível de detalhamento facial muito interessante.





